Procura-se um trabalho na área da honestidade, que tenha na cesta básica um tiquinho de felicidade. O vale transporte, uma passagem pra Disney. Pra CLT, mais e rechonchudos números à direita da vírgula. Como chefe, a segurança, que não seja tão branda, mas que também não me prenda, que me ouça, me respeite e me promova!
Na verdade, procura-se um emprego, trabalho a gente já tem demais na vida. Preciso de uma carta de referência, com boas verdades, sem muitas mentiras. Não é necessário uma grande amizade, apenas pessoas pra passar bem rápido o tempo, e chegar a noite pra virar dia e a roda recomeçar a girar.
Que bom seria um emprego perfeito, com bons sujeitos, decentes e respeitosos, mas como o homem, ele não existe, nem adianta procurar. Precisamos nos adaptar e dar nosso melhor pra fazer com que ele seja compatível ao nosso sonho das coisas todas perfeitas!
Devaneios, sensações e sentimentos soltos
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
Uma boa leitura nos ensina a amar!
Deparei-me com trechos muito peculiares para esse momento da minha vida e da vida de muitas pessoas a minha volta em um livro que Valcapelli e Gasparetto escreveram, vale a pena conferir:
"A arte de relacionar-se consiste em manter a individualidade na convivência; aprender a ceder, sem abandonar-se, preservar suas características sem impor suas vontades, nem tampouco sufocar o parceiro. Ser afetuoso, respeitando a privacidade do outro."
Parece difícil e contraditório porque estamos acostumados a nos relacionar de maneira possessiva e rigorosa com o outro. Na maioria das vezes, nos "apegamos" a alguém munidos com nossas armas para evitar maiores sofrimentos que nós já trazemos de experiências anteriores.
"As experiências negativas que não forem adequadamente resolvidas serão projetadas nas futuras relações, gerando temores, medos e insegurança no amor, desencadeando o apego, ciúmes, inveja, etc. Essas condições dificultam o estabelecimento de relações duradouras e a felicidade no amor."
É, parece impossível não relembrar antigas vivências, mas dá pra se esforçar um pouquinho (rs).
"Outra condição nociva para o relacionamento afetivo são as aspirações por um parceiro ideal; isso é muito comum nas pessoas. Elas projetam sobre o parceiro uma série de expectativas. Comportam-se de maneira passiva, aguardando que ele seja conforme o idealizado."
Às vezes, fazemos isso sem saber. E quando descobrimos que a pessoa não é o deus que pintamos, sofremos horrores. Além do mais, isso é bastante prejudicial pro outro, que só quer ser ele mesmo, ser amado daquele jeito.
Agindo dessa maneira errônea, estamos afetando nosso sistema urinário, que representa a maneira como lidamos com nossos relacionamentos afetivos. Vamos nos amar mais, para que possamos realmente ser amados pelas outras pessoas.
Trechos em destaque retirados do livro Metafísica da Saúde - vol. 2, de Valcapelli e Gasparetto - Ed. Vida e Consciência.
"A arte de relacionar-se consiste em manter a individualidade na convivência; aprender a ceder, sem abandonar-se, preservar suas características sem impor suas vontades, nem tampouco sufocar o parceiro. Ser afetuoso, respeitando a privacidade do outro."
Parece difícil e contraditório porque estamos acostumados a nos relacionar de maneira possessiva e rigorosa com o outro. Na maioria das vezes, nos "apegamos" a alguém munidos com nossas armas para evitar maiores sofrimentos que nós já trazemos de experiências anteriores.
"As experiências negativas que não forem adequadamente resolvidas serão projetadas nas futuras relações, gerando temores, medos e insegurança no amor, desencadeando o apego, ciúmes, inveja, etc. Essas condições dificultam o estabelecimento de relações duradouras e a felicidade no amor."
É, parece impossível não relembrar antigas vivências, mas dá pra se esforçar um pouquinho (rs).
"Outra condição nociva para o relacionamento afetivo são as aspirações por um parceiro ideal; isso é muito comum nas pessoas. Elas projetam sobre o parceiro uma série de expectativas. Comportam-se de maneira passiva, aguardando que ele seja conforme o idealizado."
Às vezes, fazemos isso sem saber. E quando descobrimos que a pessoa não é o deus que pintamos, sofremos horrores. Além do mais, isso é bastante prejudicial pro outro, que só quer ser ele mesmo, ser amado daquele jeito.
Agindo dessa maneira errônea, estamos afetando nosso sistema urinário, que representa a maneira como lidamos com nossos relacionamentos afetivos. Vamos nos amar mais, para que possamos realmente ser amados pelas outras pessoas.
Trechos em destaque retirados do livro Metafísica da Saúde - vol. 2, de Valcapelli e Gasparetto - Ed. Vida e Consciência.
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
Devaneios no "busão"...
Ela estava parada no ponto de ônibus, cansada, com muito calor, o asfalto quente parecia murmurar para ela. Há tempos que não "pegava" aquele ônibus, então, foi se certificar se ele ainda passava lá.
Perguntou à uma senhora que lá estava parada, esperando, e que parecia saber sobre as movimentações do lugar. Com seu ar de "psicóloga, sim, pero no mucho", sabia que a senhora iria desfiar um novelo de lã inteiro para ela, dito e feito.
A conversa se estendeu até a chegada do gigante de quatro rodas, e olha só, era o mesmo que a distinta senhora pegaria. Em um curto espaço de tempo, ela já sabia quase tudo sobre a vida da idosa, e confessa que até abriu seu coração para ela também.
Incrível como essas conversas são tão produtivas, a senhora já havia perdido seu ponto no metro por conversar demais com uma amiga que encontrou, e lá estava ela novamente, prestes a perder o ponto da casa dela, conversando com aquela menina que só queria uma história pra contar, e conseguiu!!!!
Transporte público também é cultura!!!!
Perguntou à uma senhora que lá estava parada, esperando, e que parecia saber sobre as movimentações do lugar. Com seu ar de "psicóloga, sim, pero no mucho", sabia que a senhora iria desfiar um novelo de lã inteiro para ela, dito e feito.
A conversa se estendeu até a chegada do gigante de quatro rodas, e olha só, era o mesmo que a distinta senhora pegaria. Em um curto espaço de tempo, ela já sabia quase tudo sobre a vida da idosa, e confessa que até abriu seu coração para ela também.
Incrível como essas conversas são tão produtivas, a senhora já havia perdido seu ponto no metro por conversar demais com uma amiga que encontrou, e lá estava ela novamente, prestes a perder o ponto da casa dela, conversando com aquela menina que só queria uma história pra contar, e conseguiu!!!!
Transporte público também é cultura!!!!
terça-feira, 14 de setembro de 2010
Procurando um ponto final
Nada ficou no lugar
Eu quero quebrar essas xícaras
Eu vou enganar o diabo
Eu quero acordar sua família...
Eu quero quebrar essas xícaras
Eu vou enganar o diabo
Eu quero acordar sua família...
Eu vou escrever no seu muro
E violentar o seu gosto
Eu quero roubar no seu jogo
Eu já arranhei os seus discos...
E violentar o seu gosto
Eu quero roubar no seu jogo
Eu já arranhei os seus discos...
Que é pra ver se você volta,
Que é pra ver se você vem,
Que é pra ver se você olha,
Pra mim...
Que é pra ver se você vem,
Que é pra ver se você olha,
Pra mim...
Nada ficou no lugar
Eu quero entregar suas mentiras
Eu vou invadir sua aula
Queria falar sua língua...
Eu quero entregar suas mentiras
Eu vou invadir sua aula
Queria falar sua língua...
Eu vou publicar os seus segredos
Eu vou mergulhar sua guia
Eu vou derramar nos seus planos
O resto da minha alegria...
Eu vou mergulhar sua guia
Eu vou derramar nos seus planos
O resto da minha alegria...
(Mentiras - Adriana Calcanhotto)
Quando não encontramos um ponto final, é necessário inventá-lo.
terça-feira, 7 de setembro de 2010
Independência ou...
Aproveitando esse clima (chuvoso!) de 7 de Setembro, desfiles na chuva, patriotismo exacerbado, essas coisas todas que só acontecem nesse dia, resolvi afiar um pouco minha língua (ou meus dedos!). Não importa como tenha sido esse grito de independência, com cavalo pomposo ou com mula, com ou sem "caganeira", com briga ou não com a companheira, enfim, o quadro mostra uma coisa a história conta outra, como sempre não sabemos em quem confiar, ainda assim dou meus créditos aos historiadores. O que devemos refletir é se essa independência existiu realmente, será que ela ainda ocorre em nossa nação!?
Eu poderia agora acabar com os Estados Unidos, dizendo que como grande potência, anula todos os créditos de independência do Brasil, mas isso já é muito clichê, todo mundo já sabe que somos totalmente dependentes dessa nação altamente desenvolvida, não é mesmo? Seja na nossa cultura, política, religião, em todos os aspectos somos dependentes de vários países, aliás, podemos dizer que temos vários países dentro do nosso, porque cada região do Brasil valoriza a cultura de um país diferente! Confesso que eu também já deixei de comer no MC Donald's pra me rebelar contra essa massificadora opressão, na época me fortaleceu muito enquanto cidadã, mas hoje sei que posso lutar contra isso com outras "armas"!
Poxa, acabaríamos com qualquer nação utilizando só a nossa cultura, nossas músicas, nossos shows, tá aí o show da Ivete Sangalo em NY que não me deixa mentir. O Carnaval já é super conhecido, mas é sempre criticado pela maneira como expõe a mulher em seus rituais. A Festa Junina, quer coisa mais deliciosa do que aquelas comidas? Sabia que temos o nosso Halloween? Dia 2 de Novembro, Dia de Finados, podíamos sair pedindo "gostosuras ou travessuras" nesse dia, se a Igreja Católica não tivesse se infiltrado nisso (hehehe).
Somos dependentes sim, sobretudo da falta de envolvimento pessoal que o capitalismo nos prega, somos dependentes de amor e carinho, que o capitalismo não nos permite ter, somos dependentes de educação, que o capitalismo também deturpou, e hoje, ao invés de instituições de ensino, temos centros comerciais de ensino. Somos dependentes da aprovação de outras pessoas, de elogios, de carícias... E as pessoas cismam em dizer que são independentes! Será!?
Eu poderia agora acabar com os Estados Unidos, dizendo que como grande potência, anula todos os créditos de independência do Brasil, mas isso já é muito clichê, todo mundo já sabe que somos totalmente dependentes dessa nação altamente desenvolvida, não é mesmo? Seja na nossa cultura, política, religião, em todos os aspectos somos dependentes de vários países, aliás, podemos dizer que temos vários países dentro do nosso, porque cada região do Brasil valoriza a cultura de um país diferente! Confesso que eu também já deixei de comer no MC Donald's pra me rebelar contra essa massificadora opressão, na época me fortaleceu muito enquanto cidadã, mas hoje sei que posso lutar contra isso com outras "armas"!
Poxa, acabaríamos com qualquer nação utilizando só a nossa cultura, nossas músicas, nossos shows, tá aí o show da Ivete Sangalo em NY que não me deixa mentir. O Carnaval já é super conhecido, mas é sempre criticado pela maneira como expõe a mulher em seus rituais. A Festa Junina, quer coisa mais deliciosa do que aquelas comidas? Sabia que temos o nosso Halloween? Dia 2 de Novembro, Dia de Finados, podíamos sair pedindo "gostosuras ou travessuras" nesse dia, se a Igreja Católica não tivesse se infiltrado nisso (hehehe).
Somos dependentes sim, sobretudo da falta de envolvimento pessoal que o capitalismo nos prega, somos dependentes de amor e carinho, que o capitalismo não nos permite ter, somos dependentes de educação, que o capitalismo também deturpou, e hoje, ao invés de instituições de ensino, temos centros comerciais de ensino. Somos dependentes da aprovação de outras pessoas, de elogios, de carícias... E as pessoas cismam em dizer que são independentes! Será!?
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
"Vou-me Embora pra Pasárgada"
[...]
Em Pasárgada tem tudo
É outra civilização
Tem um processo seguro
De impedir a concepção
Tem telefone automático
Tem alcalóide à vontade
Tem prostitutas bonitas
Para a gente namorar
E quando eu estiver mais triste
Mas triste de não ter jeito
Quando de noite me der
Vontade de me matar
— Lá sou amigo do rei —
Terei a mulher que eu quero
Na cama que escolherei
Vou-me embora pra Pasárgada.
Texto extraído do livro "Bandeira a Vida Inteira", Editora Alumbramento – Rio de Janeiro, 1986, pág. 90
Eu vou... eu vou... não me segurem! Eu quero uma casa no campo, com flores e frutas, hortinhas. Fugir? Sim... pra me encontrar sempre! Quero acordar a cada manhã e sentir o aroma das plantas, comer sem agrotóxicos... viver uma vida limpa, livre...
sexta-feira, 3 de setembro de 2010
Mudanças...
Pasmem, mas já me falaram que quem promove mudanças é o caminhão da Granero, somente eles (um piadista). No mínimo essa pessoa não tem um pingo de credibilidade na vida que leva e nem nas pessoas ao seu redor. Devo assumir que ultimamente não tenho tido confiança em tantas pessoas assim, mas concordo que o ser humano pode mudar. Tem gente que muda o cabelo, o guarda-roupa, psicologicamente falando, e esses créditos vão todos para a Adriana, são as primeiras coisas que uma pessoa que quer mudar algo em sua vida, muda. Tem gente que muda de emprego, troca de marido, namorado, o horário do almoço, muda uma atitude mal pensada (tomara que ainda dê tempo), enfim, podemos mudar tudo, a hora que quisermos, desde que essa mudança venha a agregar coisas positivas para você e não vá prejudicar ninguém a sua volta. Mas, ah... Pensando bem, às vezes, temos que pensar um pouco só em nós mesmos... E essa é a fase, mude, permita-se arriscar... A vida tá aí mesmo! Se você for mulher, siga sua intuição feminina, ela sempre funciona, e se for homem... éééé... bom, pergunte o que fazer pra mulher que estiver mais perto de você!
Assinar:
Postagens (Atom)
